segunda-feira, 10 de maio de 2010

O quê não vemos no dia à dia...


Um dos meus leitores, comentou na minha crônica A Idade Média é aqui que ele votava em candidatos, que infelizmente nunca se elegiam, porém, eram bons candidatos. Como eu disse, nós ainda não aprendemos a votar.

Pois veja que se alguns não passam nos pleitos, pode ser que sejam bons candidatos, porém, não possuem uma cara assessoria de marketing e não prometem os mundos e os fundos, o que para as massas é o que conta. Inclusive aqui no Rio Grande do Sul.

Não depomos ou investigamos a fundo, durante e após as gestões, em nome da sutentação da governabilidade. Não exigimos que os políticos dêem o exemplo, independente de que partido ou ideologia sejam.

Não punimos quando necessário e quando punimos, são brandas as penas. Não exigimos que sejam devolvidos os bens ou o dinheiro que foi pego, ao erário.

O que conta senhores, no que tange à ética, é o ato, não importando se o fulano pegou um clipe de papel, ou mesmo um transatlântico que pertença à coisa pública, para uso pessoal. Ou se pegou um centavo, ou milhões de reais.

Como o promotor que entendeu as razões do vereador, que viajou ao tal evento que não existiu e torrou em três dias, quase R$ 5 mil. Ou com uma governadora, que apesar de uma gestão razoável, pegou dinheiro público para comprar objetos de uso extritamente pessoal, e isso é do conhecimento público, para sua nova casa. Algum destes falou em devolver o que foi pego?

A roupa suja, penso, lavamos em casa. Bem fizeram os cidadãos de Estância Velha, em protestar sim, com a criação de cargos pelos vereadores. Estamos engatinhando ainda, mas chegaremos no nível desejado de ética.

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